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quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

Análise - Battlefield 3


Battlefield 3 é um jogo de tiro em primeira pessoa produzido pela EA e lançado para Xbox 360, PS3 e PC em outubro de 2011. Apesar de pertencer a uma série que até então não era muito popular entre os jogadores de FPS, o jogo se tornou um dos grandes lançamentos desse ano e um dos maiores sucessos da EA com mais de 9 milhões de unidades vendidas.

Os principais fatores que contribuíram para esse sucesso foram: a utilização da muito comentada engine gráfica Frostbite 2, a possibilidade de pilotar veículos como tanques, caças e jatos, e o principal diferencial do jogo que é um multiplayer focado no jogo tático e no trabalho em equipe, ao invés de ser focado no jogo individual e na diversão como é visto na maioria dos FPSs atuais. Por essas características é possível perceber que BF 3 (para abreviar) se destacou não só por ser considerado um ótimo jogo, mas por ser diferente e inovador, o que está em falta no competitivo mercado de jogos de tiro.

Jogabilidade: O modo single-player de BF 3 é mediano com alguns momentos bons, porém ele não contém a liberdade e originalidade do multiplayer, tornando-se muito genérico. Além disso, a inteligência artificial dos aliados não funciona bem, no entanto, apesar desses problemas, a campanha ainda consegue entreter o jogador, mesmo sem ser original ou criativa.

Diferentemente da campanha, o multiplayer, que é o foco do jogo, está excelente permitindo a criação de diversas táticas para derrotar o time adversário e é emocionante, pois o trabalho em equipe e uma boa utilização dos veículos podem criar momentos surpreendentes e incríveis viradas de jogo.

Todos os modos de jogo são ótimos e variam desde o simples e divertido Team Deathmatch, focado no jogo individual, até o Conquest, que exige muita tática e trabalho em equipe. Além disso, os 9 mapas presentes no jogo estão disponíveis em todos os modos, tornando o multiplayer muito variado.

O multiplayer também possui vários detalhes que, além de tornarem o jogo mais complexo e interessante, incentivam o trabalho em equipe e a estratégia nos modos que exigem mais tática, como as diferentes classes que permitem ao jogador assumir uma função especifica no time, o sistema de pontuação que beneficia aqueles que revivem companheiros, consertam veículos ou fazem algo além de matar inimigos para auxiliar seu time e as modificações para as armas que, apesar de parecerem pouco importantes, alteram seu funcionamento e são decisivas em alguns momentos.

O modo cooperativo também é bom, divertido de jogar e, apesar de ser linear, contém alguns elementos do multiplayer como a possibilidade de pilotar veículos e o trabalho em equipe, tornando suas missões melhores do que as da campanha.

Nota: 8,5

Gráficos: O jogo está graficamente impressionante com cenários variados como cidades, florestas, prédios e montanhas. Todos estão excelentes, principalmente no modo campanha, e amplos (no multiplayer).

O fogo e as explosões também estão ótimos e a iluminação está fantástica, deixando os cenários muito realistas. Além disso, as armas e veículos também estão ótimos e a taxa de quadros do jogo raramente cai.

Outra caracteristica importante do jogo é a destruição de cenários, pois, além de ser ótima graficamente, também é um elemento das partidas online já que é possível atirar mísseis para destruir paredes e tirar os inimigos de seus esconderijos ou abrir caminho para seu time.

A animação dos personagens está excelente e muito fluida, porém seus rostos variam entre excelentes e medianos, ou seja, alguns deles podiam ser melhorados.

Nota: 9,5

Áudio: A trilha sonora no modo campanha está muito boa com musicas que lembram um filme de ação e deixam-a mais emocionante, porém nenhuma das musicas consegue ser excelente.

Os efeitos sonoros são definitivamente um dos destaques do jogo, pois estão excelentes com sons de tiros e explosões muito realistas tanto no modo campanha quanto no multiplayer.

Além disso, as falas dos personagens durante a campanha também estão ótimas e fazem com que exista um "clima de guerra" durante o jogo

Nota: 9,5

Inovação: Como já foi dito anteriormente, BF 3 contém vários aspectos inovadores como sua nova engine gráfica que permite a destruição de vários objetos e edifícios, os veículos para pilotar que são muito variados  (existem desde pequenos jipes até jatos e tanques) e tornam as partidas mais complexas e interessantes, e o multiplayer que, apesar de ser focado na estratégia, também contém modos simples (Team Deathmatch, por exemplo) para os jogadores que querem apenas se divertir, ou seja, ele é variado e agrada a vários tipos de jogadores.

Apesar de ter vários aspectos originais, o jogo não utiliza nenhum deles durante a campanha, pois há apenas uma missão onde é possível pilotar um veiculo, a ação tática do multiplayer não existe e a destruição de cenários, apesar de impressionante, acontece apenas em momentos pré definidos (com exceção de alguns poucos elementos destrutíveis durante os tiroteios), ou seja, além de ser genérico, o single-player teve um enorme potencial desperdiçado.

Nota: 8,5

Defeitos: O principal defeito do jogo é certamente o single-player que, apesar de divertido, não tem originalidade.

Outro defeito que pode causar problemas é a já mencionada inteligência artificial dos aliados, pois em alguns momentos eles não ajudam durante os tiroteios ou bloqueiam o caminho do jogador.

Nota Final: 8,6

Videos:

Single-player:


Multiplayer:


Mateus

quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

Análise - FIFA 12

Supremo, novamente
Já estamos acostumados, todo ano é de praxe receber um novo jogo da famosa e honrosa série FIFA (EA Sports). Na geração passada, infelizmente ou não, quem levava o farto de supremacia em jogos de futebol era a também honrosa série Pro Evolution Soccer (Konami), para os mais íntimos Winning Eleven (nome dado para o mercado japonês). Mas nesta geração tudo mudou, FIFA foi aos poucos conquistando e conquistando o público alvo, com uma jogabilidade envolvente, gráficos bacanas e equipes e jogadores equilibrados. Entretanto FIFA 12 chega ao topo, tanto em fator de qualidade quanto de venda. FIFA ganhou ótimas notas em sites especializados e bateu vários recordes de vendas.

Jogabilidade: Eis o ponto chave de FIFA 12, vários fatores mudaram na jogabilidade de FIFA 12.

As divididas estão muito mais realistas
Uma das novidades é o novíssimo motor de impacto dos jogadores, esse novo sistema lhe proporciona faltas bem mais realistas e dividas dignas de uma partida de futebol, essa melhoria remete a outra, que é o novo sistema de lesões, onde elas são calculadas de acordo com a velocidade e o impacto das jogadas, há até lances que os atletas se machucam sozinhos, um exemplo é quando um jogador está com stamina baixa e recebe um passe mal colocado em profundidade, na hora que o jogador avança em direção a bola, ele poderá sentir alguma lesão, se assim for ele cairá no chão, e se continuar caído no gramado, o arbitro da partida ira imediatamente parar o jogo para o atleta ser atendido, depois do atendimento, a bola será reposta em jogo e devolvida para a equipe que esta em domínio dela no lance da lesão, assim fazendo o chamado “Fair-play”.

Também foi implementado um novo sistema de defesa, chamado de “Tatical Defense”, esse novo sistema consiste em tornar sua marcação mais inteligente e tática, mas para os que estão acostumados com as versões anteriores de FIFA, isso pode se tornar algo meio difícil no começo, mas com tempo, devo admitir, que ela acaba se tornando fácil e divertida, totalmente diferente do que era a do FIFA 11, onde você ficava segurando o botão X (PS3) ou A (Xbox 360), e o marcador ficava correndo que nem leão com fome atrás do jogador que estava com a bola. Mas para quem não se acostumar de jeito nenhum com esse novo estilo tem como mudar, mas essa mudança só será possível para jogos offline e partidas online sem estar valendo para o ranking.

Nota: 9,5

Gráficos: Em comparação com a jogabilidade, o salto gráfico de FIFA 11 para FIFA 12 não foi tão grande, porém mesmo assim, houve melhorias significativas.

Começando pela aparência e personalidade de jogadores importantes, podemos citar o melhor do mundo, Messi tem seu estilo de correr, chutar, comemorar, e assim é muito bem trabalhado pelo FIFA, então sentimos realmente que estamos controlando-o.

Uma mudança bastante interessante, que afeta inclusive na jogabilidade, é que o gol e o gramado foram aumentados, assim tornando mais livre a sua movimentação pelo campo e tornando a partida mais dinâmica e divertida.

Clássico espanhol
Menu de FIFA 12
O trabalho de iluminação do jogo ficou muito bem feito, assim como os novos ângulos de câmera que variam de estádio para estádio, há alguns que tem um ângulo de câmera mais inclinado, outros como uma visão mais panorâmica, cada uma devidamente regulada.

Fora das quatro linhas também houve mudanças, os menus e layouts de FIFA 12 foram completamente reformulados, e muito bem reformulados por sinal, neles podemos navegar com muito mais facilidade e rapidez.

Nota: 9,5

Áudio: Infelizmente ainda não temos uma narração em nosso idioma, mas os comentários em inglês são bem construídos, eles citam fatos históricos dos clubes, e até palpitam a chance de uma equipe ganhar da outra, então se você entende inglês vale a pena, prestar atenção nesses diálogos.

Como de costume, a EA tem caprichado na escolha das músicas de fundo, cada uma vem de uma parte do mundo.

O ponto mais interessante no áudio de FIFA é a torcida, pela primeira vez em um jogo de futebol, a torcida tem vida própria, quando se esta jogando em casa e estamos pressionando o adversário a torcida vai à loucura, mas se tomarmos um gol, a torcida se cala por alguns instantes, isso com certeza traz muito mais realidade ao jogo.

Nota: 9,5

Inovação: FIFA 12 pegou o que havia de melhor em seu antecessor e melhorou bastante em praticamente em todos os quesitos, o primeiro foi a jogabilidade, que corre com mais fluidez com o auxilio dos novos sistemas de defesa e de lesões.

O segundo foi os gráficos, alguns ajustes na modelagem dos jogadores, ângulos de câmera mais realistas e melhora na iluminação.

Novo ângulo de câmera, da a sensação de estar dentro dos estádio 
E por último o áudio que teve como sua característica principal a torcida interativa, se é que podemos chamar assim.

Com relações aos modos online, houve algumas mudanças. Agora as partidas ranked ficam no modo “Temporadas Head-to-Head”. Outra inovação no modo online foi a punição para os jogadores que insistem em sair das partidas onlines, enquanto estão perdendo. O que acontece para quem sair da partida será apenas não pontuar, e quem for trapaceado levará 3 pontos.

Nota: 9,0

Defeitos: Um dos maiores defeitos de FIFA 12 é o modo carreira, que ainda fica para trás com relação ao seu adversário de mercado, PES 2012, o modo carreira de FIFA ainda não faz você se sentir realmente no mundo da bola, você apenas sente que esta jogando um jogo normal com uma câmera diferente. Outro defeito, se é que podemos chamar de defeito, é a dificuldade que alguns jogadores novatos podem encontrar para se adaptar com o novo sistema defensivo, mas isso pode ser alterado nas opções do jogo.

Vídeo:



Nota: Final: 9,4

Por Felipe

domingo, 21 de agosto de 2011

Análise - Infamous 2


Infamous 2 é um jogo de ação e aventura produzido pela sucker Punch, estúdio da Sony, e lançado exclusivamente para PS3 em junho deste ano. O jogo se passa na cidade de New Marais (claramente baseada em Nova Orleans) e continua a história de Cole Phelps (iniciada no primeiro Infamous), um homem que adquiriu poderes elétricos após uma bomba que ele estava carregando sem saber explodir em Empire City.

Durante o jogo, Cole deve se tornar ainda mais poderoso para derrotar um gigantesco monstro conhecido como "A Fera" e libertar os habitantes de New Marais do governo de Bertrand, um prefeito que contratou um exercito pessoal (Milicia) para dominar o local. Não direi mais detalhes sobre a história pois poderia revelar eventos importantes do primeiro jogo ou de Infamous 2.

Jogabilidade: A jogabilidade de Infamous 2 é excelente e desafiante.

A jogabilidade flui de uma maneira mais natural do que no primeiro jogo
O sistema de combate do jogo é ótimo, fluente e permite a utilização de diversos poderes e técnicas criativas como usar uma onda de choque (Shockwave) para rebater os mísseis inimigos. À medida que se avança no jogo, novos poderes (incluindo alguns de fogo e gelo) são adquiridos e eles podem ser melhorados, tornando as batalhas ainda mais interessantes.

As missões da história de Infamous merecem destaque pois contem momentos épicos e batalhas emocionantes que são muito melhores que as do primeiro jogo, porém as missões secundárias (side-quests) também são ótimas e adicionam uma duração maior ao jogo já que existem 60 delas.

A facilidade de locomoção no mundo aberto do jogo também merece destaque, pois, apesar de não usar veículos ou outro método de locomoção rápida, Cole pode ir a qualquer ponto da cidade rapidamente usando seus poderes e escalando diversos edifícios agilmente de maneira muito mais rápida do que em jogos como Assassin's Creed ou GTA.

O sistema de "Karma" do jogo também é interessante pois altera a reputação do jogador de acordo com suas ações e decisões durante o jogo, mudando a história, os poderes de Cole e seus parceiros durante as missões.

Os únicos defeitos na jogabilidade são: a câmera que é problemática em alguns momentos e o fato da vida de Cole se esgotar com certa facilidade, exigindo um pouco mais de habilidade durante os combates (algo que irá agradar jogadores que buscam por mais desafio), porém nenhum deles realmente atrapalha.

Nota: 9,0

Gráficos: Os gráficos de Infamous 2 são ótimos e muito melhores do que os do primeiro jogo.

Em comparação com o primeiro jogo, inFamous 2 evolui muito com os gráficos
A cidade de New Marais é fantástica com bairros variados que vão desde a primeira área do jogo com diversas placas de néon até o distrito de "Flood Town" que sofreu uma grande inundação e é claramente uma lembrança da catástrofe que atingiu Nova Orleans em 2005.

Os personagens também estão ótimos e suas animações estão muito boas mostrando o grande avanço gráfico em relação ao primeiro Infamous. Além disso, várias partes do cenário são destrutíveis, e as explosões e os poderes de alguns personagens estão impressionantes.

Existem alguns problemas gráficos no jogo, como algumas pequenas quedas na taxa de quadros e um excesso de fumaça durante sequências de explosões que pode atrapalhar a visão do jogador, porém eles não são graves.

Nota: 9,0

Áudio: As músicas de Infamous 2 tocam apenas durante as missões, porém são ótimas e fazem com que muitos momentos sejam mais emocionantes.

As vozes dos personagens também se destacam, pois são dubladas em português e muitas delas estão tão boas ou até melhores do que as vozes originais americanas, porém existe um problema de total falta de sincronia entre as legendas em português e a dublagem pois muitas vezes a frase em cada uma é um pouco diferente (ou as vezes muito diferente) o que mostra um descuido por parte da Sony ao adicionar as legendas.

Além disso, os efeitos sonoros também estão muito bons.

Nota: 9,0

Inovação: Apesar de utilizar conceitos do primeiro jogo, Infamous 2 é inovador pois evolue fantasticamente em todos os aspectos trazendo uma jogabilidade mais refinada e diversificada, gráficos muito melhorados, uma interessante dublagem em português brasileiro e outros elementos que fazem o jogo ser realmente uma sequência e não uma versão levemente melhorada de seu antecessor

Crie suas próprias missões em inFamous 2
Apesar de ser uma grande evolução em relação a seu antecessor, e não uma revolução, Infamous 2 têm um elemento inovador: o modo CGU (conteúdo gerado por usuário) que permite ao jogador criar missões e publicá-las na comunidade online do jogo para que qualquer um as jogue. A ferramenta de criação do jogo é simples, porém permite a criação de missões interessantes e variadas, além de ser constantemente atualizada gratuitamente pela Sucker Punch e, apesar do número de missões realmente boas ainda não ser muito alto, a ferramenta tem potencial e o número de fases interessantes aumenta a cada dia.

Nota: 9,0

Defeitos: Os principais defeitos do jogo são: a câmera que as vezes atrapalha um pouco e alguns combates onde os inimigos matam Cole com certa facilidade, o que pode ser um problema para jogadores acostumados com jogos mais fáceis.

Nota final: 9,0 (não é uma média)

Video:


Mateus

quinta-feira, 28 de julho de 2011

Análise - Mortal Kombat

Sangue, muito sangue...
Com classe e personalidade, Mortal Kombat volta à suas origens. Fazia tempo que as produtoras responsáveis pela série não criavam algo digno para carregar o nome “Mortal Kombat”, porém, a NetherRealm - produtora responsável pela nova versão – pensou da forma mais simples, lapidar algo que foi criado a mais de décadas!

Uma das rivalidades mais antigas dos games está de volta

A nova versão de Mortal Kombat com certeza irá agradar o público mais nostálgico, que passava horas em frente a um Super Nintendo jogando e vendo animações feitas com base em fotos tiradas de atores humanos. E o jogo também atinge um público mais jovem, que não teve a oportunidade de testar a versão original.

Jogabilidade: A história do novo Mortal Kombat é confusa, já que a nova versão do jogo de luta tenta “remendar” todas as outras histórias criadas na época das trevas de Mortal Kombat. Mas resumidamente a história é assim:

Tudo começa quando Shao Kahn está prestes a matar Raiden então ele telepaticamente envia uma mensagem para si mesmo no passado, assim alterando a história dos primeiros três jogos da série, época de ouro onde a nova versão ocorre.

A lista de lutadores é extensa, são 28 jogadores, na versão de PS3 são 29, contando com Kratos da série God of War.
Deus da Guerra ? PRESENTE !
Os controles são simples e funcionam de maneira fluente, não é nada difícil realizar um combo ou um ataque especial e até mesmo um Fatality, que estão ótimos e bem brutais, do jeito que os fãs queriam. Lembrando que o jogo volta com a jogabilidade em 2D e também podemos jogar em duplas.

Nota: 8,5

Gráficos: O novo Mortal Kombat usa a poderosa Unreal Engine, assim possibilitando a criação de personagens ricos em detalhes, uma coisa que me chamou a atenção foi os ferimentos que ocorrem enquanto os personagens se “estapeiam”. Os cenários não ficam para trás, eles também são cheios de detalhes e movimentos, o efeito de luz também é muito bem empregado.

Vale ressaltar os X-Ray Moves, que simulam muito bem uma câmera Raio-X, onde podemos ver os órgãos e o esqueleto do lutador que está sendo atingido.

X-Ray Attack
No modo “história” Mortal Kombat apresenta Cut-Scenes (filiminhos) que fluem bem de acordo com o momento, porém não podemos pausá-las nem pulá-las.

Nota: 9,0

Áudio: O jogo tem pouquíssimas músicas, mas elas cumprem bem o seu papel. Já os efeitos sonoros são de primeira qualidade, algo já esperado eram as vozes dos personagens e também os famosos bordões da série, como “Finish Him”, “Fatality”, “Get Over Here”, que com toda certeza estão melhores do que nunca.

Um dos aspectos interessantes para nós brasileiros são as legendas na nossa língua, porém o resultado final não é bom, podemos ver erros ridículos de gramática, concordância e alguns que são até difíceis de explicar.

Estou ótima !?! 

Nota: 8,0

Inovação: Mortal Kombat inova pouco no quesito “jogabilidade”, mas isso não é um defeito, já que o objetivo da produtora era realmente voltar para as raízes. Mas neste Mortal Kombat temos inúmeras modalidades para jogarmos, entre elas estão:

. As partidas online, que são ótimas e desafiantes
. As partidas offline, interessantes, porém fica bem melhor jogar com alguém e não contra a CPU
. Modo história, divido em capítulos, cada um conta a história de um jogador
. Torre dos Desafios, 300 desafios, há vários tipos de desafios, desde lutas até puzzles
. Modo Arcade, o clássico de Mortal Kombat, 9 lutas até você chegar no chefão
. Kripta, apesar de não ser jogável, lá você pode comprar de uma forma interativa e divertida: roupas secundárias, fatalities secundários, artes dos personagens...

Nota: 7,5

Defeitos: O principal defeito de Mortal Kombat, realmente é a tradução mal feita, porém isso pode ser resolvido  fazendo a alteração de idioma, claro se você entender inglês ou outra língua que esteja presente no jogo.
Como na maioria dos jogos de luta, há sempre um desequilíbrio entre os lutadores, e Mortal Kombat não foge dessa realidade, há alguns lutadores que tem sim técnicas "apelonas", isso para algum jogador mais sério pode se tornar um fator mais complicado do que parece.
No entanto, tirando esses fatores Mortal Kombat depois de décadas cai novamente nas graças dos fãs e também da crítica que elogiou bastante o jogo.

Nota final: 8,2

Vídeos:

Gampelay



Fatalities



Por Felipe

segunda-feira, 27 de junho de 2011

Análise - L.A. Noire


L.A Noire é um "jogo de investigação" produzido pela Team Bondi, estúdio da produtora Rockstar, e lançado em maio deste ano. O jogo se passa nos anos 40 e conta a história de Cole Phelps, um detetive que trabalha para a polícia de Los Angeles.

É difícil classificar L.A Noire em um gênero específico pois, além de ser um jogo diferente e inovador, ele também usa elementos de outros gêneros como ação, os antigos point'n clicks e jogos como Heavy Rain e Indigo Prophecy (lançado para PS2 em 2005), por esse motivo eu prefiro classificá-lo como "jogo de investigação" (apesar de não ser considerado um gênero já que não existem outros jogos parecidos).

Jogabilidade: A jogabilidade de L.A. Noire é muito boa, interessante, inovadora e se divide em três tipos de situações:

Investigação de locais: O jogador deve descobrir pistas em um determinado local que ajudem a desvendar o crime,  muitas vezes os objetos encontrados devem ser manipulados para que um detalhe específico (mensagem, mancha de sangue, nome do fabricante, etc) deles seja encontrado. Apesar de ser repetitiva em algumas ocasiões, a investigação de locais é interessante e não cansa o jogador pois não é longa.

Interrogatórios: Os interrogatórios são algumas das melhores e mais importantes partes do jogo. Eles funcionam de maneira muito simples, o jogador deve questionar o suspeito e descobrir se ele está mentindo, falando a verdade, ou escondendo algum detalhe (Doubt) em cada uma de suas respostas. Isto é feito observando atentamente as expressões faciais do personagem para descobrir algum movimento ou gesto indicando que ele está mentindo, ou ouvindo suas falas atenciosamente (o que requer um bom conhecimento da língua inglesa ou espanhola, pois caso o jogador altere o idioma do PS3 para espanhol, as legendas também estarão nesse idioma) para tentar encontrar alguma afirmação que se oponha a uma determinada pista descoberta pelo jogador.

Cenas de ação: As cenas de ação se dividem entre tiroteios e perseguições de carro e a pé. Essas cenas são simples e rápidas, porém são ótimas e emocionantes, exceto as perseguições a pé que são repetitivas e desnecessárias.
Além disso, elas também quebram o ritmo lento do jogo e deixam-o mais interessante.

Além disso, é importante dizer que quase não existe desafio em L.A. Noire pois se trata de um jogo que, assim como Heavy Rain, é uma espécie de filme (na verdade, seriado policial) interativo, ou seja, o jogador não recebe nenhuma punição por errar nos interrogatórios ou nas cenas de investigação, porém o roteiro é alterado e faz com que o jogador não consiga entender completamente a história do caso, isso não é exatamente um defeito, porém pode desagradar alguns jogadores

Nota: 8,5

Gráficos: A cidade de Los Angeles está representada fielmente no jogo com todos os prédios e pontos turísticos importantes da época e ele têm uma ambientação excelente que é muito semelhante as dos filmes noir, muito populares nos anos 40 (inclusive existe a opção de deixar o jogo em preto-e-branco, fazendo com que ele seja ainda mais semelhante a esses filmes).

As expressões faciais (muito importantes nos interrogatórios) dos personagens estão fantásticas e muito detalhadas, porém a movimentação deles poderia ser melhor. Além disso, existem alguns momentos de lentidão e alguns erros perceptíveis como objetos que surgem em frente ao jogador, entretanto eles não atrapalham muito.

Nota: 8,5

Áudio: A trilha sonora está excelente com músicas que contribuem para a excelente ambientação do jogo e,  durante as cenas de ação, deixam as perseguições e tiroteios mais emocionantes.
Os efeitos sonoros estão bons e as vozes dos personagens estão fantásticas (um dos fatores que fazem os interrogatórios serem ótimos).

Além disso, os efeitos sonoros e a música também ajudam na investigação de locais pois quando o jogador se aproxima de uma pista um barulho é emitido e o controle vibra, e quando todas as pistas de um local são encontradas a música de investigação para de tocar (esses dois recursos podem ser desligados).

Nota: 9,0

Inovação: L.A Noire é um dos jogos mais inovadores lançados nessa geração e, como eu disse anteriormente, não pode ser classificado em um gênero específico.

Se trata de um jogo onde o desafio é quase inexistente para que as excelentes histórias (a história de Cole Phelps e as de cada caso) possam ser contadas sem interrupções ou problemas, porém isso não é exatamente um ponto negativo e sim uma limitação criada pelo conceito totalmente novo do jogo.

As animações faciais dos personagens também são inovadoras pois usam um sistema de captura de movimentos faciais feito com atores reais. Além disso, L.A. Noire consegue usar elementos de outros gêneros de uma maneira diferente tornando o jogo ainda mais interessante e diferente

Nota: 10

Defeitos: Existem alguns bugs que podem atrapalhar o jogador e alguns momentos que os casos se tornam um pouco repetitivos, porém as histórias intrigantes e a ótima jogabilidade conseguem manter o jogador interessado no jogo.

Nota Final: 8,8 (não é uma média)

Mateus

quarta-feira, 4 de maio de 2011

Análise - Super Street Fighter IV 3D Edition


E hoje temos novidade ! Primeira análise de jogo para Nintendo 3DS, bom, fizemos um novo critério voltado especificamente para essas novas análise, siga abaixo o critério:

Critério

Jogabilidade: julgaremos os controles, modos de jogo, entre outras coisas que ajudam ou atrapalha na sua jogatina.

Gráficos e 3D: julgaremos os gráficos e sua aparência, e também a qualidade do efeito 3D.

Aúdio: julgaremos as músicas, efeitos sonoros entre outros sons que rodam o jogo.

Diversão: julgaremos o nível de diversão que o jogo irá lhe proporcionar.

Defeitos: Iremos expor os aspectos ruins do jogo.

Análise - Super Street Fighter IV 3D Edition

Por enquanto o melhor

Faz exatamente dez anos que a Capcom, lançará o jogo de luta revolucionário, " Street Fighter II", o game foi exclusivo para Super Nintendo, assim todos pensavam que Street Fighter e Nintendo seria uma parceria imbatível, lançando novos jogos da série com frequência para os futuros e presentes consoles da Nintendo. No entanto não foi muito bem isso que aconteceu. Após dez anos do lançamento de "Street Fighter II", eis que surge a oportunidade que a Capcom sempre queria. Depois de um ano após lançar "Super Street Fighter IV" para os consoles de mesa, PlayStation 3 e Xbox 360. Era a vez da Nintendo receber, até que em fim um novo Street Fighter, só que desta vez em um portátil, e não é um portátil qualquer. Sem sombra de dúvida Super Street Figther IV 3D Edition é o melhor jogo para 3DS até agora, já que em seu lançamento o game de luta teve que competir com jogos medianos e alguns até fracos demais.

Jogabilidade: Diferente de algumas versões para portáteis, SSF IV 3D Edition (para abreviar) vem completíssimo, assim não ficando para traz com relação aos consoles de mesa, podemos citar a lista de lutadores, que é extensa, exatamente igual a de consoles de mesa, temos desde de Ryu e Blanka até Rufus e Hakan, cada um com cada estilo de luta diferente, uma coisa interessante é que cada personagem tem seu traje alternativo, assim como na versão de PS3 e Xbox 360.
Vale ressaltar a questão dos controles, a dois modos, o LITE e o PRO (algo parecido que foi aplicado em Marvel vs. Capcom)

LITE: É voltada para os jogadores iniciantes, você consegue aplicar golpes e especiais com comandos normal e também na tela de baixo, com apenas um toque!

Um toque e HADOUKEN
PRO: É voltada para os jogadores mais experientes, você pode configurar os 6 respectivos botões do 3DS do seu jeito e também poder usar a tela inferior, mas somente para ataques simples.

Os modos de SSF IV 3D Edition são diversificados, desde de modo Arcade até os robustos versus, tanto online como offline. As partidas onlines são ótimas para espanto de muitos que pensavam que a internet sem-fio do 3DS seria um fiasco que nem a do Wii, as partidas são validas para um rank de pontos, esses pontos podem comprar estatuetas, que participam de batalhas de estatísticas através do Street Pass.

Nota: 9,0

Dynamic View
Gráficos e 3D: Os gráficos de SSF IV 3D Edition são magníficos, nunca pensei que uma versão de portátil poderia chegar tão longe, o game segue o estilo "anime" de ser, com muita movimentação, caretas, e tudo que tem direito. Os personagens estão muito bem representados, uma das novidades da versão é o novo estilo de visão, que é intituladao de Dynamic View ou 3D Versus, que não passa de um ângulo de câmera diferenciado que realça bem o efeito 3D. Os cenários, felizmente ou não, não são interativos, mas isso não atrapalha, pelo contrário se o fundo se movesse, com certeza ficaríamos bitolados com o efeito 3D, que por sinal está de parabéns, logo que vimos o menu de entrada do jogo o efeito fica eminente, e na luta também podemos sentir de uma forma eficaz, porém suave o efeito.

Nota: 9,0

Audio: As músicas do jogo são legais e cumprem bem o seu papel e os efeitos sonoros são básicos, já as vozes dos personagens são ótimas e cativantes, com certeza sua experiência ficará nostálgica, após ouvir os famosos "HADOKEN", "SONIC BOOM", entre outras golpes que são muito bem dublados, vale lembrar que cada estágio tem sua música.

Nota: 8,0

Diversão: Com certeza, SSF IV 3D Edition vai lhe proporcionar muitas horas de diversão, já que temos desde o modo Arcade até online. Para os jogadores mais persistentes o jogo se torna um desafio por ter um rank online, mas para um jogador casual ele se torna um hobby repentino e nostálgico, que te leva para fliperamas da década de 90, só que desta vez em 3D.

Nota: 9,0

Defeitos: Os defeitos são poucos, um deles é a pouca inovação, apesar do jogo ser muito bom, não há nada que diferenciei literalmente, SSF IV 3D Edition para SSF IV, há não ser, é claro, o efeito 3D e sua "magia".


Gameplay de SSF 3D Edition

Nota Final: 8,8

Por Felipe

domingo, 24 de abril de 2011

Análise - Top Spin 4




Top Spin 4 é um jogo de tênis que foi lançado para Xbox 360, Ps3 e Wii.
O jogo tem 20 tenistas diferentes incluindo lendas do esporte como Andre Agassi, Bjorn Borg e Pete Sampras, assim como várias quadras diferentes incluindo as dos torneios "Roland Garros" e "U.S Open".
Essa análise é da versão de PS3 do jogo.

Jogabilidade: A jogabilidade é excelente e permite com que os jogadores usem varias técnicas diferentes e explorem os pontos fracos dos adversários.

Os controles são parecidos com os de outros jogos do gênero, mas existe uma diferença, é necessário rebater a bola no momento correto (timing) para que a bola seja mais perigosa para o adversário, isso é importantíssimo em alguns momentos já que uma bola rebatida no momento certo pode fazer o jogador ganhar um ponto.

Outro sistema importante é a Stamina (energia do tenista), representada por uma barra embaixo do jogador. À medida que o jogador corre e rebate as bolas, a barra diminui fazendo com que ele se canse, ou seja, fazer com que o adversário corra constantemente para rebater as bolas pode ser uma estratégia melhor do que usar rebatidas rápidas e fortes.

Os tenistas têm estilos de jogo diferentes e todos são equilibrados.

O único defeito da jogabilidade é a movimentação dos jogadores que às vezes não obedecem aos comandos e não rebatem bolas fáceis, porém não sei se existe algum motivo para que isso aconteça ou se é apenas uma falha do jogo.

Nota: 9,0

Gráficos: As quadras estão excelentes e tem detalhes muito interessantes como as câmeras de televisão se movendo ou as marcas de bola que são formadas quando o jogo acontece em uma quadra de saibro.

Os rostos dos tenistas não estão muito bons, porém as roupas deles estão bem-feitas e elas podem ficar sujas ou suadas durante as partidas, ou seja, são bem detalhadas..
As animações dos tenistas depois de cada ponto são ótimas e se parecem com as dos jogadores reais.


A platéia está mal feita e isso é facilmente perceptível já que em alguns momentos a câmera foca nela.

Nota: 8,0

Áudio: Como se trata de um jogo de tênis, não existem musicas durante as partidas, mas a musica do menu é boa e cumpre seu papel.
Os efeitos sonoros estão excelentes e as reações da platéia durante as partidas estão excelentes.

Além disso, um detalhe interessante é que a língua falada pelo narrador da partida depende do pais onde ela acontece, por exemplo, se a partida for na França ele narrará em francês (isso só acontece em algumas quadras, mas é um detalhe interessante).

Nota: 9,0

Inovação: Top Spin 4 não tem uma jogabilidade muito diferente de outros jogos do gênero, porém o sistema de timing e de Stamina (esse sistema já existia em outros jogos, mas não era tão importante) fazem com que o jogo seja mais estratégico e exija mais técnica do jogador.

O modo Online também é interessante já que funciona como uma extensão do modo carreira do jogo (que é ótimo), mas infelizmente é difícil conseguir jogar nesse modo já que é muito complicado encontrar um oponente (não por causa de falta de jogadores, mas porque os servidores do jogo são ruins).

Além disso, a versão para PS3 do jogo tem suporte ao Playstation Move (controle com sensor de movimentos da Sony) e a tecnologia 3D, mas infelizmente não pude testar o funcionamento deles.

Nota: 8,5

Defeitos: Além dos defeitos já mencionados, os modos de dificuldade do jogo são desequilibrados, por exemplo, o modo normal é fácil e o hard é muito difícil, mas isso não atrapalha muito.

Nota Final: 8,4

Video:


Mateus

domingo, 3 de abril de 2011

Análise - Tatsunoko vs Capcom: Ultimate All Stars


Alguém sabe quem são os personagens da direita?
Tatsunoko vs Capcom é um jogo de luta produzido pela Capcom que foi lançado no inicio de 2010 para Wii. Como o próprio nome diz, Tatsunoko vs Capcom (TvsC para abreviar) é um crossover (união de personagens de duas empresas diferentes em um jogo) entre personagens da Capcom e da Tatsunoko (empresa japonesa responsavel pela criação de animes como Speed Racer, Gatchaman [conhecido por aqui como "Batalha dos Planetas" ], Neon Genesis Evangelion e outros que não são muito conhecidos aqui no Brasil).
O jogo é muito parecido com outros jogos da série "VS" (como Marvel vs Capcom e SNK vs Capcom), ou seja, as lutas são frenéticas e os personagens executam golpes especiais devastadores.

Os golpes especiais estão fantásticos

Jogabilidade: A jogabilidade é divertida e frenética, e as batalhas são simples, mas permitem que os jogadores executem combos variados e usem diversas tecnicas para vencer.
Existem duas configurações de controle diferentes no jogo o "Normal Mode" e o "Simple Mode".
O "Simple Mode" é uma configuração de controle mais simples para os jogadores que não tem experiência em jogos de luta onde é possível executar golpes especiais e Hyper Combos apertando apenas um ou dois botões, porém mesmo nesse modo é necessário ter técnica para executar combos realmente bons.
O Normal Mode é configuração de controle tradicional dos jogos de luta que é mais complexa, mas é a que provavelmente será usada pelos fãs do gênero.
O problema das duas configurações de controle é que só é possivel jogar no Normal Mode com um Classic Controler ou um Arcade Stick, ou seja, os fãs do gênero vão ter que gastar um pouco a mais se quiserem jogar da maneira tradicional.
Além disso todos os personagens são equilibrados (apesar de existirem alguns um pouco melhores do que outros); têm seus pontos fortes e fracos e estilos de luta diferentes, que são fatores importantíssimos em um jogo de luta.

Nota: 9,0

Gráficos: Os gráficos são muito bons e os personagens são bem feitos, mas alguns poderiam ser melhores.
Além disso, os cenários são excelentes e muito detalhados e os golpes especiais são fantásticos deixando as batalhas mais emocionantes.

Nota: 8,5

Áudio:  As musicas são boas, mas não se destacam e apenas cumprem o seu papel.
Os efeitos sonoros são ótimos e as vozes da maioria dos personagens são boas, mas algumas são um pouco irritantes as vezes.
Além disso, a musica da abertura do jogo é ótima e diferente.
Nota: 8,0

Inovação:  TvsC é o primeiro jogo da série "VS" dessa geração de consoles (Wii, PS3 e Xbox 360) e pode ser considerado de certa forma o jogo que "abriu as portas" para Marvel vs Capcom 3.
Além disso, TvsC também é o primeiro jogo de luta a ter a opção de uma configuração de controle mais simples (idéia que depois foi usada em Marvel vs Capcom 3) e por isso trouxe uma inovação para os jogos do gênero.
Não existem muitas inovações no jogo além dessas, mas isso é aceitavel já que se trata de um jogo de luta (os jogos de luta dificilmente apresentam muitas inovações).

Nota: 8,5

Defeitos: Não existem muitos modos single-player em TvsC, mas existe um modo online.
Além disso, alguns personagens tem estilos de luta parecidos, porém eles são poucos e são compensados por outros que tem estilos de luta interessantes e diferentes.
Apesar de alguns problemas, Tatsunoko vs Capcom é definitivamente o melhor jogo do gênero para Wii (a não ser que você considere Super Smash Bros Brawl um jogo de luta) e pode ser encontrado por um bom preço já que foi lançado há um certo tempo.

Nota Final: 8,6 (não é uma média)

Video:


Mateus

sábado, 2 de abril de 2011

Análise - Marvel vs. Capcom 3: Fate of Two Worlds


Já era hora né ?

De um certo tempo pra cá o gênero de luta estava morno, quase frio, onde uma continuação para "Marvel vs. Capcom 2", estava apenas em pensamentos. A Capcom com seu time de experts no assunto resolveram dar uma esquentada nos dedos dos gamers e lançam sucessos, como: Street Fighter IV (Ps3 e 360), Super Street Fighter IV (Ps3 e 360) e Tatsunoko vs. Capcom (Wii). Porém chega a hora, em que fãs enlouquecidamente pedem o retorno da magnífica série de luta, Marvel vs. Capcom. Pedidos atentidos, a Capcom começa a produzir a sequência da série, e em 15 de Fevereiro de 2011, lança oficialmente o terceiro jogo da série, "Marvel vs. Capcom 3: Fate of Two Worlds". Agora sim a Capcom finca de vez sua bandeira de liderança nos jogos de luta desta geração de consoles.

Jogabilidade: O grande lance de "Marvel Vs. Capcom 3" é a jogabilidade, para pessoas que acham que são um fracasso em jogos de luta , o novo título muda completamente suas idéias, assim deixando de lado combos fracos e sem nenhum efeito, e colocando em seu lugar golpes especiais, combos aéreos, o tão famoso Crossover Combination, entre outros. Tudo isso graças aos dois modos de utilização de comandos, o "Simple Mode" e o "Normal Mode".

O "Simple Mode" é essencial para quem acaba de entrar nessa jornada louca de Marvel vs. Capcom, com comandos simples o jogador consegue aplicar combos e golpes especiais com apenas um apertar de botão, porém nem tudo é perfeito, por não ter auxilio dos analógicos a lista de golpes é reduzida, sendo 3 ou 2 Special Moves e apenas um Hyper Combo.

O "Normal Mode" é utilizado pelos já experientes em jogos de luta, o estilo usa e abusa do famoso "rode o analógico e aperte o botão de ataque", porém, ao invés do que ocorre em Street Fighter IV, os golpes são bem mais fáceis de encaixar. Agora sim a lista de golpes está completa temos 4 ou 3 Special Moves e 2 Hyper Combos.

Apesar da lista de personagens ter 20 a menos do que seu antecessor, "Marvel vs. Capcom 3" tem uma cartela com um número de personagens consideráveis, no total são 36 lutadores a sua disposição.
Pelo lado da Capcom contamos com poucos personagens das antigas como, Ryu e Chun-Li, e muitas caras novas como, Dante, Viewtiful Joe, Amaterasu, Chris Redfield entre outros.

Clássicos e novatos juntos

Lutando pelo orgulho da Marvel podemos citar os clássicos, como, Capitão América, Homem-Aranha, Hulk, Wolverine e também caras novas como, X-23, Deadpool, entre outros.

Nota: 9,0

Gráficos: Apesar do número baixo de cenários em comparação com outros jogos de luta, "Marvel vs. Capcom 3", agrada com seus cenários interativos, cada um com sua característica e dedicado a um certo personagem. O estilo do jogo é magnífico, com toques de HQ americano e cenas de ação a todo instante, o jogo cria sua própria personalidade. Vale destacar que cada personagem tem sua forma de andar, seus trejeitos, personalidade, carisma. "Marvel vs. Capcom 3" tem uma das aberturas mais empolgantes de todos os tempos... Vai por mim, não é exagero.



Viu ?!? Não é exagero

Nota: 9,0

Audio: As músicas sequem o mesmo estilo HQ, porém não se destacam muito. Mas vale destacar as vozes e dublagem do jogo, cada lutador fala seus bordões e piadinhas de mal gosto mas que soam de uma forma muito eficaz, como as de Deadpool, que para mim não vai deixar de ser o mais engraçado super herói, se é que podemos chama-lo disso.
E os efeitos sonoros são muito bem feitos, um exemplo, é o som da teia do Homem-Aranha que voa em direção do inimigo para agarra-lo.



Entenderam o motivo ?!?

Nota: 8,5

Inovação: Os combates em "Marvel vs. Capcom 3", é travado em 3 contra 3 sem opções de dupla ou somente solo, porém esse estilo de combate já foi usado anteriormente pela própria Capcom em Tatsunoko vs. Capcom para Wii (com a diferença que em Tatsunoko vs Capcom as batalhas eram em 2 contra 2).
A Marvel da um show nas artbooks
E claro que não podia faltar o modo multiplayer que infelizmente é o ponto mais fraco do jogo por alguns motivos que vou explicar no tópico "Defeitos". Podemos também falar da renovação de personagens onde a Capcom resolve pegar personagens famosos das gerações mais recentes de consoles, como Dante, Amaterasu, Nathan Spencer, e por aí vai...

Nota: 8,5

Defeitos: A algumas coisas que afetam esse ótimo jogo, uma delas é o desequilíbrio entre os personagens, como por exemplo, a velocidade de um lutador é incompatível com seu tamanho, e isso pode irritar alguns gamers que esperam por uma partida justa.
Outro fator é o modo multiplayer, como eu já tinha citado antes. Para os jogadores que estão na fila de espera, o jogo não transmite a luta que está ocorrendo no momento, isso é esquisito, pois essa mesma tecnologia foi usada em "Super Street Fighter IV". Desta forma você é obrigado a ficar assistindo seu cartão de estatística trocar sopapos com o cartão do seu oponente. E é por essas e outras que os jogadores ficam sem vontade de jogar em uma partida com mais de duas pessoas.



Demonstração de partida online

Nota Final: 8,7


Por Felipe

sexta-feira, 18 de março de 2011

Análise da demo - Mortal Kombat


Mortal Kombat é o novo jogo de luta da série de mesmo nome que, ao contrário dos jogos mais recentes da série, tem uma jogabilidade clássica em 2D, golpes violentos e fatalities (golpe de finalização que é um simbolo da série) brutais.
A demo foi disponibilizada na Playstation Store nesta semana e permite aos jogadores jogarem com quatro lutadores diferentes: Scorpion, Sub-Zero, Mileena e Johnny Cage.

Jogabilidade: A jogabilidade é boa e os controles funcionam bem, mas as vezes eles são um pouco complicados já que existem vários golpes diferentes.
Apesar dos controles serem um pouco complicados, é possível vencer uma luta apenas usando os golpes básicos e alguns especiais, ou seja, não é necessário ter muita técnica para vencer (mesmo jogando contra outro jogador) o que deixa a jogabilidade divertida, porém muito simples para os mais habilidosos em jogos de luta.
Além disso,alguns golpes como os X-Ray Moves (ataques onde é possível ver o esqueleto e os órgãos internos do lutador serem destruídos) deixam a luta mais interessante e variada
Nota: 8,5

Gráficos: Os gráficos estão ótimos e os cenários estão muito bem feitos e extremamente detalhados (como a arena The Pit que tem dois personagens lutando no fundo do cenário).
Além disso os personagens estão ótimos e alguns detalhes como os ferimentos que os personagens sofrem durante as batalhas e o esqueleto de alguns personagens (mostrado durante o X-Ray Move) serem diferentes são impressionantes.
Nota: 9,5

Áudio: As musicas apenas cumprem o seu papel e não se destacam, já que se trata de um jogo de luta, mas os efeitos sonoros são muito bons.
Além disso, as vozes dos personagens são boas, mas eles falam pouco.
Nota:8,0

Inovação: A jogabilidade de Mortal Kombat não é muito inovadora, mas o objetivo do jogo era voltar as raizes da série já que os ultimos jogos da série não fizeram muito sucesso porque tentaram inovar, mas não agradaram os fãs.
Isso faz com que o jogo seja um "renascimento" da série e por causa disso não é muito inovador, mas existem algumas inovações interessantes como os já mencionados X-Ray Moves, os fatalities que estão mais violentos do que nos outros jogos da série e o sistema de combos que é simples e divertido (apesar de não agradar algumas pessoas).
Nota: 8,5

Defeitos: A inteligencia artificial do jogo não é muito boa já que eu só tive problemas para ganhar as lutas quando joguei na dificuldade mais alta (eu não sou muito experiente em jogos de luta).
Além disso, existe um erro na demo que faz os menus ficarem em espanhol e algumas opções ficarem marcadas como "Bug Me", mas isso é apenas um defeito simples que pode ser consertado mudando a lingua do menu (ou dashboard) do PS3 para inglês (os PS3 comprados no Brasil estão com os menus em potuguês).

Nota Final: 8,4

Video:


Mateus

quinta-feira, 10 de março de 2011

Análise da demo - Top Spin 4



Top Spin 4 é um jogo de tênis que será lançado para Wii, PS3 e Xbox 360.
A demo do jogo foi disponibilizada há alguns dias atrás na Playstation Store e na Xbox Live Marketplace(Lojas online do PS3 e Xbox 360)
Essa análise é da demo da versão de PS3 do jogo.
Na demo os jogadores podem jogar um tie-break de 7 pontos com quatro tenistas diferentes: Rafael Nadal, Roger Federer, Ana Inanovic e Serena Williams.

Jogabilidade: A jogabilidade é ótima e os controles funcionam muito bem, porém ela não é muito diferente da do primeiro Top Spin que foi lançado para Xbox.
Além disso, as partidas fluem muito bem e o jogador precisa rebater na hora certa para que a bola seja rápida e precisa (isso existia nos jogos anteriores da série, mas não era tão importante).
Nota: 8,5

Gráficos: As quadras foram bem reproduzidas e são muito detalhadas.
Os rostos dos tenistas poderiam ser melhores, mas cada um deles age e se movimenta de uma maneira diferente.
Além disso a plateia é mal feita, porém ela aparece pouco.
Nota: 8,0

Áudio: O som das rebatidas e os gritos dos tenistas estão excelentes.
Como se trata de um jogo de esporte, não existem musicas durante os jogos
Um detalhe muito interessante é que a língua falada pelo narrador da demo depende do pais onde a partida acontece, por exemplo, se a partida for na França ele narrará em francês.
Nota: 9,0

Inovação: A jogabilidade tem várias semelhanças com a do primeiro Top Spin para Xbox e por isso não é muito inovadora, mas eu não testei a demo com o Playstation Move (controle com sensor de movimentos da Sony) e por isso não posso dizer se o jogo é realmente inovador ou não. Além disso, alguns detalhes do jogo, como a narração em várias línguas diferentes, são interessantes.
Já que eu não tive a oportunidade de testar a jogabilidade com o Playstation Move, não darei uma nota baixa nesse quesito.
Nota: 8,0

Nota Final: 8,3

Video:


Mateus

domingo, 6 de março de 2011

Análise - LittleBigPlanet 2


Little Big Planet 2 é um jogo de plataforma 2D para PS3 que permite aos jogadores criarem fases e publica-las em uma rede online para que outros jogadores possam jogá-las.
Além disso LBP 2 (para abreviar) permite que os jogadores criem vários tipos de fases como RPG, corrida, luta, etc.
Assim como eu fiz na análise do primeiro LBP, dividirei essa análise em três partes: Jogar, Criar e Compartilhar que são as bases desse jogo.

Jogar:

Jogabilidade: A jogabilidade é simples e divertida e os controles funcionam muito bem.
Nos niveis de plataforma a jogabilidade é muito parecida com a do primeiro LBP, mas existem novos equipamentos e veiculos para controlar que fazem as fases serem mais variadas.
Além disso os niveis de outros gêneros (corrida, RPG, esportes, etc) são excelentes (principalmente os que foram criados por outros jogadores) e fazem com que LBP 2 seja muito diferente do primeiro.
Nota: 9,5

Sackboy está de volta
Gráficos: Os gráficos são ótimos e os cenários são excelentes e muito criativos.
Além disso, as roupas dos sackboys (bonecos de pano que são os protagonistas da série LBP), materiais e cenários de fundo de LBP 2 são mais detalhados do que os do primeiro jogo (que tambem eram muito bons).
Nota 9,5

Audio: A trilha sonora é excelente e tem musicas muito variadas que vão desde o Heavy Metal de Nightwish até a musica tema de "2001 Uma odisseia no espaço".
Os efeitos sonoros do jogo são ótimos e os dialogos durante algumas cenas são dublados em português de Portugal (infelizmente isso não acontece durante as fases)
Além disso, o narrador que fala português de Portugal é muito carismatico.
Nota 9,5

Inovação: Os niveis de outros gêneros como esportes, luta e RPG são a principal inovação do jogo, mas os niveis de plataforma 2D são divertidos até para quem jogou muito o primeiro LBP (meu caso).
Além disso, os novos equipamentos como o Grappling Hook (gancho usado para se pendurar em algumas partes dos cenários) e o Grabinator (luvas usadas para carregar certos objetos) fazem com que a jogabilidade seja mais diversificada.
Nota: 9,5
Um dos chefões de LBP 2

Criar:
O modo de criação de LBP 2 é excelente e permite aos jogadores criarem vários tipos de fases diferentes.
As ferramentas de criação permitem que os jogadores criem desde fases com vários sistemas de lógica, inimigos que agem de maneiras diferentes e cenas com angulos de cãmera variados, até fases simples, mas muito divertidas onde os jogadores tem que conseguir o maior numero de pontos.
Infelizmente o modo de criação é bem complexo e dificil de ser usado, mas é possivel criar fases fantasticas com ele.
Além disso, também é possivel customizar a roupa dos Sackboys e o planeta que serve para acessar as fases do jogo.
Nota: 9,0

Compartilhar:
Depois que uma fase é criada ela pode ser publicada na rede online do jogo e ser jogada por outros jogadores que podem decidir se gostaram ou não da fase, comentar e até escrever uma crítica sobre ela.
Infelizmente as fases demoram um pouco para carregar, mas os tempos de carregamento não são tão longos quanto os do primeiro jogo e é dificil jogar online já que a conexão entre os jogadores cai facilmente (assim como em LBP).
Além disso, os jogadores podem entrar no site LBP.me e fazer uma lista das fases que irão jogar da próxima vez que entrarem em LBP 2, checar as fases jogadas e publicadas pelos seus amigos da Playstation  Network e descobrir as novas fases criadas por seus criadores favoritos.
Nota: 9,0

Defeitos: Infelizmente, pode não ser possivel importar os objetos de LBP para o LBP 2 porque algumas lojas brasileiras venderam a versão europeia de LBP que não é compativel com a versão de LBP 2 vendida no Brasil (versão americana), mas isso não deve acontecer com a maioria das pessoas que tentarem fazer isso já que as lojas geralmente vendem a versão americana de LBP (compativel com LBP 2).

Nota Final: 9,5 (não é uma média)

Videos:




Mateus

terça-feira, 1 de março de 2011

Análise - Killzone 3


Com certeza Killzone 3 chega em um patamar que poucos jogos chegam no Ps3, Killzone 3 traz uma experiência única e heróica, assim como seu antecessor fez. O FPS de exclusividade da Sony não tem uma história tão boa como o resto do jogo como, por exemplo, os gráficos que são excelentes. Killzone 3 que teve seu lançamento no dia 22 de Fevereiro de 2011, foi produzido pela Guerrilla Games e na minha opinião é um dos dos melhores jogos para o Ps3

Trailer de Lançamento de Killzone 3 em PT/BR

A história de Killzone 3 começa de verdade no ponto onde Killzone 2 termina, ou seja em frente a bastilha de Visari, ditador absoluto no planeta de Helgan que foi assassinado ao invés de ser capturado como deveria ser por Rico, melhor amigo de Tomas Sevchenko (protagonista e seu personagem) também conhecido pelo apelido de Sev. Agora os Helghast estão totalmente enfurecidos pelo acontecimento e querem saciar a sede de vingança o mais rápido possível contra a ISA (Interplanetary Strategic Alliance). Nessa época a política de Helghan está sendo movimentada pelos sucessores de Visari, o general Orlock e o presidente das indústrias de armamentos de Helghan, Jorhan Stahl, e é a partir daí que o enredo se desenrola e tem suas reviravoltas, tropeços e surpresas.

Orlock e Sthal nunca se entendem 
Jogabilidade: A calma e a estratégia é um dos fatores que mais deve se aplicar em Killzone 3, se você for daquele tipo que adora sair correndo e dando tiro em tudo que vê pela frente, esqueça esta forma de jogar e tente ser mais cauteloso, isso foi muito bem engajado com a história, pois é perceptível a inferioridade dos ISA’s contra os Helghast.

Tropa de Hellghast
A movimentação de seu personagem no começo parace ser um pouco caótica, mas logo após tudo fica normal e você já esta pronto para “detonar” as cabeças dos Helghast com o belíssimo sistema de corpo-a-corpo que lhe propõem várias animações diversas como a de furar os olhos dos soldados de Helghan com seus próprios dedos ou com uma faca, vale lembrar que em algumas partes do jogo você terá que movimentar seu controle para ações como abrir uma válvula.

Para os jogadores que estão acostumados com os controles de jogos ao estilo “Call of Duty”, pode ficar tranqüilos, pois nas opções de jogo á dois tipo de controle, que são:

Padrão: Original do Killzone

Personalizado: Bem semelhante aos comandos de “Call of Duty”

Em Killzone 3 podemos dirigir alguns veículos e em outros apenas usar suas armas, mas um dos mais interessantes veículos que se pode falar é o Jet Pack que é usado com muita freqüência em uma fase.

Sev e seu Jet Pack

Como esperado a seleção de armas de Killzone 3 é muito variada e muito bem utilizada, no arsenal temos desde de rifles até lança-chamas.
Nota: 9,0

Gráficos: Killzone 3 consegue atingir um nível gráfico magnífico. Os cenários por mais diversos que sejam conseguem nos deixar de queixo caído, e não importa o quando sejam grandes eles continuam sendo ricos em detalhes.

A imagem de cima mostra uma cena de Killzone 2 e a de baixo uma cena do 3, percebeu a diferença ?

As animações são ótimas e não importa a resolução que o jogo esteja, eu nunca vi uma queda nos quadros de animação, os Helghast e os ISA’s nunca ficaram tão bem feitos como agora, uma coisa que me chamou muita atenção foram às expressões faciais que pra mim estão melhores do que nunca. 

Infelizmente não posso avaliar como seria a sensação de jogar esse jogaço em uma TV com suporte em 3D.
Nota: 9,5

Audio: A grande novidade nessa parte é a dublagem em português/brasileiro das falas dos personagens que ajuda e muita pessoas que não tem a mínima noção do inglês ou de outra língua, a dublagem soa meio esquisita no começo, mas depois você se acostuma, mas mesmo assim a dublagem em algumas partes é meio exagerada e afobada em situações muito fáceis de serem resolvidas, então se você tiver uma boa noção do inglês, acho que é recomendável você desfrutar do áudio original, lembrando que na dublagem PT/BR  muitos palavrões são ditos.

Recomendação: nos tiroteios bote o volume da sua TV no máximo !!!!
Com relação às músicas o jogo está de parabéns, as musicas são heróicas e trazem força para seguir em diante a luta contra os Hellghast. Se você já viu a série Star Wars e gostou, com certeza se ouvir a trilha de Killzone 3 vai achar super interessante.

Os efeitos sonoros são ótimos, um belo exemplo e o som dos tiroteios que são muito bons
Nota: 8,5

Tela dividida no modo cooperativo
Inovação: No modo multiplayer existem diversas opções de jogo, um deles é o mata-mata individual e também entre times, um bom diferencial no mutiplayer são os cenários imensos e o sistema de evolução de classes que vão deixar muito gamers "pregados" ao seu console para chegar ao nível máximo em todas as classes, mas existe um porém no mutiplayer, o modo cooperativo só pode ser aproveitado em tela dividida (split screen) e claro que não podemos deixar passar a inovação nos gráficos, que ficaram maravilhosos.

Outra inovação com certeza é o suporte ao controle de movimentos, Playstation Move e o suporte a TV's que já utilizam tecnologia 3D
Nota: 9,0

Defeitos: Na minha opinião o maior defeito de Killzone 3 é sua história e seu tempo de campanha que é curto, tirando esse fator e alguma coisa ou outra que não agrade muito em Killzone 3, mas nada que interfira diretamente nessa obra-prima em forma de FPS.


Gameplay do modo Singleplayer



Gameplay do modo Multiplayer


Nota Final: 9,4 (não é uma média)

Por Felipe